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Saúde em Maceió

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 26/05/2026

A saúde pública em Maceió demonstra avanços estruturais consistentes, com destaque para a redução sustentada da mortalidade infantil, que recuou de 18,02 óbitos por mil nascidos vivos em 2006 para 12,06 em 2023, um indicador clássico de melhoria na atenção primária e nas condições de vida. Esse progresso é respaldado pelo fortalecimento do corpo de profissionais de saúde: a relação de médicos saltou de 2,46 por mil habitantes em 2010 para 4,52 em 2025, enquanto o indicador de enfermeiros cresceu de forma ainda mais expressiva, de 0,57 para 2,86 no mesmo período. O município mantém um compromisso fiscal sólido com o setor, aplicando historicamente cerca de 20% a 24% de suas receitas próprias em saúde. No entanto, a distribuição de leitos hospitalares revela uma forte dependência do Sistema Único de Saúde (SUS), que responde por cerca de 225 leitos contra aproximadamente 110 leitos não-SUS em 2025. Essa disparidade indica que, apesar do fortalecimento da rede de profissionais, a alta complexidade hospitalar privada permanece restrita, sobrecarregando o setor público como o principal garantidor da assistência à saúde da maior parte da população.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, Maceió registrou queda de 33% — de 18,02 para 12,06.

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Tendência

A mortalidade infantil em Maceió está alinhada à média nacional. O gráfico mostra a evolução desse indicador ao longo dos anos, que tende a cair com melhorias no saneamento e na atenção básica.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura moderada

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. Maceió conta com 226 leitos SUS por 100.000 habitantes e 111 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, Maceió registrou crescimento de 84% — de 2,46 para 4,52.

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Tendência

Com 4,52 médicos por 1.000 habitantes, Maceió atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, Maceió registrou crescimento de 41% — de 48,42% para 68,33%.

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Tendência

68,33% dos domicílios de Maceió têm acesso adequado ao saneamento básico. O gráfico mostra a evolução dessa cobertura — melhorias nesse índice têm impacto direto na saúde pública.

Fonte: IEPS