No âmbito da segurança pública, Baião apresenta um cenário de relativa estabilidade social, configurando-se como um ambiente seguro em comparação com a média do estado do Pará. Historicamente, o município manteve taxas nulas ou residuais de homicídios nas décadas de 1990 e 2000. A partir de 2010, registrou-se um aumento marginal nas ocorrências, que passaram a flutuar entre 7 e 13 mortes anuais (com 7 registros em 2023). Para uma população que se aproxima dos 57 mil habitantes, esses números representam uma taxa de homicídios moderada, sugerindo que a coesão social e as características semiurbanas do território atuam como fatores de proteção contra a criminalidade violenta. No entanto, o rápido crescimento populacional e a falta de oportunidades econômicas formais para a juventude constituem fatores de risco que demandam políticas preventivas integradas para evitar a deterioração desse panorama favorável no longo prazo.
A taxa de homicídios mede o número de homicídios por 100 mil habitantes ao ano. A OMS classifica taxas acima de 10 como epidemia de violência e acima de 30 como muito alta. É o principal indicador de segurança pública e qualidade de vida urbana, calculado a partir dos dados do Atlas da Violência / IPEA.
Entre 2014 e 2023, Baião registrou queda de 33% — de 21,17 para 14,15.
Tendência
Fonte: IPEA / Atlas da Violência
Vítimas registradas pelas polícias estaduais e consolidadas pelo SINESP (Ministério da Justiça e Segurança Pública). Os números complementam a taxa de homicídios do IPEA com dados mais recentes e recortes específicos de violência letal.
Feminicídios
1
vítimas em 2025
Latrocínios
1
vítimas em 2024
Mortes no trânsito (por 100.000 hab.)
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