Vale a pena viver ou investir em Barra de São Miguel?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Barra de São Miguelà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️40
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Barra de São Miguel, a nota 40 esconde um perfil desigual: infraestrutura acima da média, saúde e segurança abaixo. O melhor indicador é saneamento (96,6% ante 55% na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
A mortalidade infantil caiu de 13,3 por mil nascidos em 2014 para 6,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 13,3 por mil nascidos (2014) → 6,4 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈46
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Barra de São Miguel, a nota 46 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho acima da média, vulnerabilidade social e crescimento abaixo. O melhor indicador é saldo de empregos (1,72 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é bolsa Família (412,29 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).
O número de empresas ativas subiu de 180 em 2015 para 448 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 8.191 para 8.123 habitantes entre 2014 e 2025 (-0,8%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.