Vale a pena viver ou investir em Licínio de Almeida?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Licínio de Almeidaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️46
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Licínio de Almeida, a nota 46 esconde um perfil desigual: educação acima da média, infraestrutura e segurança abaixo. O melhor indicador é homicídios (8,2 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saneamento (1,7% ante 55% na média).
A mortalidade infantil caiu de 32 por mil nascidos em 2014 para 15,8 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 32 por mil nascidos (2014) → 15,8 por mil nascidos (2022)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈27
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 27 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-4,26 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 7.308 em 2015 para R$ 13.961 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 7.308 (2015) → R$ 13.961 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 207 em 2015 para 412 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 12.965 para 12.202 habitantes entre 2014 e 2025 (-5,9%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.