Duas leituras de 0 a 100 que comparam Piripáà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️50
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Piripá, a nota 50 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, infraestrutura abaixo. O melhor indicador é mortes no trânsito (10,9 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saneamento (17,7% ante 55% na média).
Pontos fortes
Mortes no trânsito23 p.p. acima
10,9 por 100 mil hab.média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
Saneamento34 p.p. abaixo
17,7%média 55%
▲4,8% (2017) → 17,7% (2025)
O que as séries históricas mostram
Tendência
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,2 em 2007 para 6,3 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (4,0 → 5,8), mas em ritmo bem mais forte.
Nota composta por 8 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈25
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 25 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O melhor indicador é admissões/desligamentos (1,33 adm./deslig. ante 1,07 adm./deslig. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (0 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média). No ranking nacional desta dimensão, Piripá está entre os 5% piores do Brasil (5.519ª de 5.570).
O PIB per capita subiu de R$ 5.206 em 2015 para R$ 10.066 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 5.206 (2015) → R$ 10.066 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 86 em 2015 para 197 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
A população passou de 12.452 para 9.143 habitantes entre 2014 e 2025 (-26,6%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
16,4% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 16,4% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)