Painel das Cidades
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Para quem é Serra?

Vale a pena viver ou investir em Serra?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Serraà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

65

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 65 para viver, Serra se destaca em segurança e saúde. O melhor indicador é violência letal (1,4 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média nacional).

Pontos fortes

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,2 em 2007 para 5,6 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 4,2 (2007) → 5,6 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 3,4 em 2007 para 4,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 3,4 (2007) → 4,8 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

66

Investir

Bom

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Com nota 66 para investir, Serra se destaca em mercado de trabalho e produção econômica. O melhor indicador é saldo de empregos (2,78 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional).

Pontos fortes

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 36.648 em 2015 para R$ 72.311 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.

  • PIB per capita: R$ 36.648 (2015) → R$ 72.311 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 10.809 em 2015 para 24.013 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.

  • Empresas ativas: 10.809 (2015) → 24.013 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 476.428 para 579.720 habitantes entre 2014 e 2025 (+21,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Crescer acima do ritmo do país sugere que Serra vem atraindo novos moradores.

  • População: 476.428 (2014) → 579.720 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas
Rankings

Serra nos rankings

Indicadores em que o município se destaca no cenário comparativo

Compare com cidades parecidas

Municípios semelhantes a Serra

Calculamos a semelhança entre municípios por similaridade de cosseno sobre cada dimensão. Abaixo, as cidades mais próximas de Serra em três critérios — porte, renda e IDH — e por que são parecidas.

Porte semelhante

População de tamanho próximo ao de Serra.

Comparar Serra com Araucária lado a lado
Análise por IA

Análise Socioeconômica

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 30/05/2026

Serra (ES) consolida-se como um dos principais motores econômicos do Espírito Santo, caracterizado por um rápido crescimento populacional e uma expressiva dinâmica empresarial. O município apresenta uma transição socioeconômica marcante: historicamente associado a altos índices de violência e vulnerabilidade social, Serra demonstra avanços robustos na redução da criminalidade, expansão da infraestrutura urbana e atração de investimentos. Contudo, a cidade enfrenta o clássico paradoxo do desenvolvimento emergente brasileiro, onde a expressiva geração de riqueza e o PIB per capita elevado coexistem com uma parcela significativa da população dependente de programas de transferência de renda e gargalos persistentes na distribuição de renda e na saúde básica.

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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