Vale a pena viver ou investir em Aparecida de Goiânia?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Aparecida de Goiâniaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️62
Viver
Bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 62 para viver, Aparecida de Goiânia se destaca em segurança e infraestrutura. O melhor indicador é violência letal (0,7 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média nacional).
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈48
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Aparecida de Goiânia, a nota 48 esconde um perfil desigual: vulnerabilidade social acima da média, mercado de trabalho abaixo. O melhor indicador é bolsa Família (113,47 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (0,86 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O número de empresas ativas subiu de 9.609 em 2015 para 21.723 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 511.323 para 556.021 habitantes entre 2014 e 2025 (+8,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Crescer acima do ritmo do país sugere que Aparecida de Goiânia vem atraindo novos moradores.
Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 30/05/2026
Aparecida de Goiânia consolidou sua transição de cidade-dormitório para um dinâmico polo econômico e industrial em Goiás. O município apresenta avanços estruturais notáveis, como a redução drástica nos índices de homicídios e um salto histórico na cobertura de saneamento básico. Contudo, o rápido crescimento econômico e a expansão empresarial coexistem com desafios persistentes, incluindo a estagnação da mortalidade infantil, alta rotatividade no mercado de trabalho e uma parcela significativa da população ainda dependente de programas de transferência de renda, evidenciando que a distribuição da riqueza gerada ainda é um processo em andamento.