Vale a pena viver ou investir em Corumbá de Goiás?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Corumbá de Goiásà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️41
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Corumbá de Goiás, a nota 41 esconde um perfil desigual, com segurança e habitação abaixo da média nacional. O melhor indicador é homicídios (9,3 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (28 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Homicídios35 p.p. acima
9,3 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Leitos24 p.p. acima
233,1 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil subiu de 10,1 por mil nascidos em 2015 para 20,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 10,1 por mil nascidos (2015) → 20,4 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈37
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 37 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e crescimento. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-0,37 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O número de empresas ativas subiu de 196 em 2015 para 397 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 10.896 para 10.724 habitantes entre 2014 e 2025 (-1,6%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.