Duas leituras de 0 a 100 que comparam São Domingosà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️34
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 34 para viver reflete fragilidades em segurança e habitação, ainda que saúde puxe o resultado para cima. O melhor indicador é leitos (232,6 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (31,7 por 100 mil hab. ante 9,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos24 p.p. acima
232,6 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil subiu de 9 por mil nascidos em 2014 para 17,7 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 9 por mil nascidos (2014) → 17,7 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈46
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em São Domingos, a nota 46 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho acima da média, crescimento e vulnerabilidade social abaixo. O melhor indicador é saldo de empregos (3,38 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-2,3% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 108 em 2015 para 324 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 12.163 para 9.457 habitantes entre 2014 e 2025 (-22,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.