Painel das Cidades
Minas Gerais·Contagem
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Para quem é Contagem?

Vale a pena viver ou investir em Contagem?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Contagemà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

67

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 67 para viver, Contagem se destaca em segurança e infraestrutura. O melhor indicador é violência letal (0,9 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (106,2 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,6 em 2007 para 5,6 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.

  • IDEB — anos iniciais: 4,6 (2007) → 5,6 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Destaque nacional

A taxa de homicídios (11,2 por 100 mil hab. em 2023) está bem abaixo da média nacional, de 30,2. Os registros vêm caindo: de 269 (2015) para 73 (2023).

  • Taxa local: 11,2 por 100 mil hab. (2023) · média nacional: 30,2
  • Fonte: SINESP/MJSP
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 4,1 em 2007 para 4,6 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.

  • IDEB — anos finais: 4,1 (2007) → 4,6 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

65

Investir

Bom

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Com nota 65 para investir, Contagem se destaca em mercado de trabalho e produção econômica, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é saldo de empregos (2,99 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (+0,1% ao ano ante +0,7% ao ano na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 40.120 em 2015 para R$ 72.512 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 40.120 (2015) → R$ 72.512 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 17.310 em 2015 para 32.961 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.

  • Empresas ativas: 17.310 (2015) → 32.961 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas
Rankings

Contagem nos rankings

Indicadores em que o município se destaca no cenário comparativo

Compare com cidades parecidas

Municípios semelhantes a Contagem

Calculamos a semelhança entre municípios por similaridade de cosseno sobre cada dimensão. Abaixo, as cidades mais próximas de Contagem em três critérios — porte, renda e IDH — e por que são parecidas.

IDH parecido

Mesmo patamar de desenvolvimento humano de Contagem.

Comparar Contagem com Lagoa Santa lado a lado
Análise por IA

Análise Socioeconômica

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 30/05/2026

Contagem se consolida como um dos principais motores econômicos de Minas Gerais, caracterizado por um expressivo crescimento do PIB per capita e uma vigorosa expansão do seu tecido empresarial. O município apresenta avanços históricos extraordinários na segurança pública, com uma redução drástica nos índices de homicídios nas últimas duas décadas, além de ostentar uma infraestrutura urbana robusta, evidenciada pela alta cobertura de saneamento básico e investimentos contínuos em habitação popular. Contudo, a análise revela um cenário de dualidade estrutural: a expressiva geração de riqueza contrasta com a persistência da desigualdade social, refletida no elevado número de beneficiários de programas de transferência de renda e em um rendimento médio do trabalho moderado. Na saúde, o expressivo aumento no número de profissionais e leitos públicos coexiste com a dificuldade de consolidar uma redução sustentada na mortalidade infantil, indicando que o desafio atual reside em traduzir o dinamismo econômico e a robustez fiscal em desenvolvimento social homogêneo e qualidade de vida equitativa para toda a população.

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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