Vale a pena viver ou investir em Divinolândia de Minas?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Divinolândia de Minasà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️41
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Divinolândia de Minas, a nota 41 esconde um perfil desigual: infraestrutura acima da média, saúde e segurança abaixo. O melhor indicador é homicídios (15,2 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Homicídios25 p.p. acima
15,2 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Saneamento14 p.p. acima
70,9%média 55%
▲59,8% (2017) → 70,9% (2025)
Mortes no trânsito13 p.p. acima
15,2 por 100 mil hab.média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈28
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 28 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e crescimento. O que mais derruba a nota é bolsa Família (494,3 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 6.902 em 2015 para R$ 14.060 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 6.902 (2015) → R$ 14.060 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 87 em 2015 para 170 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 7.425 para 6.583 habitantes entre 2014 e 2025 (-11,3%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.