Duas leituras de 0 a 100 que comparam Dores de Camposà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️45
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Dores de Campos, a nota 45 esconde um perfil desigual: infraestrutura acima da média, saúde e segurança abaixo. O melhor indicador é homicídios (9,7 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Homicídios34 p.p. acima
9,7 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Saneamento31 p.p. acima
88,8%média 55%
▲82,8% (2017) → 88,8% (2025)
Mortes no trânsito27 p.p. acima
9,7 por 100 mil hab.média 20,6 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Dores de Campos está entre os 100 melhores municípios do Brasil em mortalidade infantil (posição 31 de 3.101). A mortalidade infantil subiu de 9,7 por mil nascidos em 2015 para 33 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
Ranking nacional: posição 31 de 3.101
Valor mais recente: 33 por mil nascidos (2022) · média nacional: 12,7 por mil nascidos
Mortalidade infantil: 9,7 por mil nascidos (2015) → 33 por mil nascidos (2022)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈57
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 57 para investir, Dores de Campos se destaca em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O melhor indicador é saldo de empregos (3,67 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional).
O número de empresas ativas subiu de 316 em 2015 para 495 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.