Duas leituras de 0 a 100 que comparam Franciscópolisà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️35
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 35 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Violência letal44 p.p. abaixo
19,9 por 100 mil hab.média 4,7 por 100 mil hab.
MCMV44 p.p. abaixo
0,2 unidades/mil hab.média 2,93 unidades/mil hab.
Homicídios16 p.p. abaixo
39,8 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
O que as séries históricas mostram
Tendência
O IDEB dos anos iniciais subiu de 2,8 em 2005 para 5,4 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,6 → 5,8).
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈37
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 37 para investir reflete fragilidades em crescimento e produção econômica. O melhor indicador é saldo de empregos (1,59 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-1,3% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O PIB per capita subiu de R$ 9.718 em 2015 para R$ 18.891 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 9.718 (2015) → R$ 18.891 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 75 em 2015 para 136 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 5.784 para 5.023 habitantes entre 2014 e 2025 (-13,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.