Vale a pena viver ou investir em São João Evangelista?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam São João Evangelistaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️65
Viver
Bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 65 para viver, São João Evangelista se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (313,8 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (1,02 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
313,8 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈32
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 32 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e produção econômica. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-0,45 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 9.967 em 2015 para R$ 19.114 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 9.967 (2015) → R$ 19.114 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 230 em 2015 para 537 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 16.043 para 15.613 habitantes entre 2014 e 2025 (-2,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
14,3% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 14,3% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)