Duas leituras de 0 a 100 que comparam Uberlândiaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️75
Viver
Muito bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 75 para viver, Uberlândia se destaca em segurança e saúde. O melhor indicador é violência letal (1,2 por 100 mil hab. ante 13,6 por 100 mil hab. na média nacional). No ranking nacional desta dimensão, Uberlândia está entre as 100 melhores do país (33ª de 5.570).
A mortalidade infantil subiu de 8,6 por mil nascidos em 2015 para 10,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 8,6 por mil nascidos (2015) → 10,6 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025 · ver ranking de viver
📈71
Investir
Muito bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 71 para investir, Uberlândia se destaca em produção econômica e mercado de trabalho. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 71.598 ante R$ 40.342 na média nacional).
O número de empresas ativas subiu de 26.751 em 2015 para 54.015 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.
Calculamos a semelhança entre municípios por similaridade de cosseno sobre cada dimensão. Abaixo, as cidades mais próximas de Uberlândia em três critérios — porte, renda e IDH — e por que são parecidas.
Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 30/05/2026
Uberlândia se consolida como um dos principais polos de desenvolvimento do interior do Brasil, caracterizada por um crescimento populacional vigoroso, forte dinamismo empresarial e infraestrutura urbana robusta. O município apresenta uma transição bem-sucedida para uma economia de alta renda, com PIB per capita em ascensão e quase universalização de serviços básicos como saneamento e educação. No entanto, esse cenário de prosperidade coexiste com desafios estruturais típicos de cidades de crescimento rápido, evidenciados pela persistente dependência de programas de transferência de renda por uma parcela significativa da população e pela necessidade de consolidação dos avanços na segurança pública e na infraestrutura de saúde de alta complexidade.