Duas leituras de 0 a 100 que comparam Alto Paraguaià média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️26
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 26 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O melhor indicador é prof. de saúde (6,91 profissionais/mil hab. ante 4,48 profissionais/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Homicídios44 p.p. abaixo
93 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Violência letal44 p.p. abaixo
13,3 por 100 mil hab.média 4,7 por 100 mil hab.
Mort. infantil44 p.p. abaixo
23,8 por mil nascidosmédia 12,7 por mil nascidos
▲26 (2016) → 23,8 (2023)
O que as séries históricas mostram
Tendência
O IDEB dos anos iniciais subiu de 4,2 em 2007 para 4,7 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈38
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 38 para investir reflete fragilidades em crescimento e mercado de trabalho. O melhor indicador é saldo de empregos (1,59 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-3,1% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 80 em 2015 para 184 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 10.592 para 7.525 habitantes entre 2014 e 2025 (-29%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.