Vale a pena viver ou investir em Palestina do Pará?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Palestina do Paráà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️40
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Palestina do Pará, a nota 40 esconde um perfil desigual: saúde acima da média, segurança e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é leitos (297,3 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (14,2 por 100 mil hab. ante 4,5 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos45 p.p. acima
297,3 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈28
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 28 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social. O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-0,28 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 7.180 em 2015 para R$ 18.532 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 7.180 (2015) → R$ 18.532 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 29 em 2015 para 122 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 7.444 para 7.063 habitantes entre 2014 e 2025 (-5,1%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
25,5% da população tem até 14 anos, segundo o Censo 2022 — acima da média dos municípios brasileiros (19,8%). Um perfil jovem desloca a demanda para educação básica e primeiro emprego.
População 0–14: 25,5% · média nacional: 19,8% (Censo 2022)