Vale a pena viver ou investir em Santana do Araguaia?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Santana do Araguaiaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️34
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 34 para viver reflete fragilidades em habitação e saúde. O melhor indicador é leitos (220 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,03 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos20 p.p. acima
220 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈39
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 39 para investir reflete fragilidades em mercado de trabalho e vulnerabilidade social, ainda que produção econômica puxe o resultado para cima. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 61.033 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-2,13 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 10.241 em 2015 para R$ 61.033 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.
PIB per capita: R$ 10.241 (2015) → R$ 61.033 (2023)
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 65.062 para 30.455 habitantes entre 2014 e 2025 (-53,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
26,8% da população tem até 14 anos, segundo o Censo 2022 — acima da média dos municípios brasileiros (19,8%). Um perfil jovem desloca a demanda para educação básica e primeiro emprego.
População 0–14: 26,8% · média nacional: 19,8% (Censo 2022)