Duas leituras de 0 a 100 que comparam Angelimà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️34
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 34 para viver reflete fragilidades em segurança e habitação, ainda que infraestrutura puxe o resultado para cima. O melhor indicador é saneamento (72,6% ante 55% na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (9,4 por 100 mil hab. ante 4,5 por 100 mil hab. na média).
A mortalidade infantil subiu de 6,1 por mil nascidos em 2015 para 21,1 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 6,1 por mil nascidos (2015) → 21,1 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈29
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 29 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e mercado de trabalho. O que mais derruba a nota é bolsa Família (555,28 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 8.904 em 2015 para R$ 18.258 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 8.904 (2015) → R$ 18.258 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 54 em 2015 para 132 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 10.795 para 10.591 habitantes entre 2014 e 2025 (-1,9%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.