Duas leituras de 0 a 100 que comparam Saloáà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️35
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 35 para viver reflete fragilidades em segurança e habitação. O melhor indicador é leitos (212,4 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (21,2 por 100 mil hab. ante 9,2 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos18 p.p. acima
212,4 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil caiu de 24 por mil nascidos em 2014 para 18,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 24 por mil nascidos (2014) → 18,6 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈27
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 27 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e crescimento. O que mais derruba a nota é bolsa Família (549,38 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 7.049 em 2015 para R$ 18.203 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 7.049 (2015) → R$ 18.203 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 82 em 2015 para 174 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 15.722 para 14.125 habitantes entre 2014 e 2025 (-10,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.