Duas leituras de 0 a 100 que comparam Curitibaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️77
Viver
Muito bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 77 para viver, Curitiba se destaca em saúde e segurança, mas habitação pesa contra. O melhor indicador é leitos (322,1 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (1,43 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média). No ranking nacional desta dimensão, Curitiba está entre as 100 melhores do país (11ª de 5.570).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
322,1 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025 · ver ranking de viver
📈74
Investir
Muito bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 74 para investir, Curitiba se destaca em mercado de trabalho e renda, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é empresas (124 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,2% ao ano ante +0,7% ao ano na média). No ranking nacional desta dimensão, Curitiba está entre as 100 melhores do país (96ª de 5.570).
O número de empresas ativas subiu de 104.363 em 2015 para 227.022 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.
Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 26/05/2026
Curitiba se consolida como uma metrópole de elevado desenvolvimento humano (IDH de 0.823) e forte dinamismo econômico, caracterizada por uma infraestrutura urbana quase universalizada e um mercado de trabalho robusto. O município demonstra grande resiliência ao reverter uma trajetória histórica de violência, registrando uma queda acentuada nos homicídios nas últimas décadas. Contudo, o expressivo aumento no volume de beneficiários e repasses do Bolsa Família nos anos recentes, em paralelo a um salto no número de empresas ativas, revela uma dinâmica complexa onde a geração de riqueza coexiste com bolsões persistentes de vulnerabilidade social, demandando políticas contínuas de inclusão produtiva e distribuição de renda.