Vale a pena viver ou investir em Engenheiro Beltrão?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Engenheiro Beltrãoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️43
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Engenheiro Beltrão, a nota 43 esconde um perfil desigual: saúde acima da média, segurança e habitação abaixo. O melhor indicador é leitos (307,8 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (8,1 por 100 mil hab. ante 4,5 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
307,8 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈47
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Engenheiro Beltrão, a nota 47 esconde um perfil desigual: produção econômica e vulnerabilidade social acima da média, mercado de trabalho e crescimento abaixo. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 56.098 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-2,02 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O número de empresas ativas subiu de 385 em 2015 para 774 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 14.303 para 12.347 habitantes entre 2014 e 2025 (-13,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
15,3% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 15,3% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)