Duas leituras de 0 a 100 que comparam Guaraniaçuà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️39
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 39 para viver reflete fragilidades em segurança e habitação, ainda que saúde puxe o resultado para cima. O melhor indicador é leitos (348,6 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (28,2 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
348,6 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil subiu de 11,6 por mil nascidos em 2014 para 28,2 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 11,6 por mil nascidos (2014) → 28,2 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈47
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Guaraniaçu, a nota 47 esconde um perfil desigual: vulnerabilidade social acima da média, mercado de trabalho e crescimento abaixo. O melhor indicador é bolsa Família (81,63 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-1,38 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O número de empresas ativas subiu de 492 em 2015 para 904 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 14.181 para 13.770 habitantes entre 2014 e 2025 (-2,9%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.