Vale a pena viver ou investir em Tuneiras do Oeste?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Tuneiras do Oesteà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️49
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Tuneiras do Oeste, a nota 49 esconde um perfil desigual: habitação e saúde acima da média, segurança abaixo. O melhor indicador é MCMV (7,07 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (37,2 por 100 mil hab. ante 9,2 por 100 mil hab. na média).
A mortalidade infantil subiu de 8,5 por mil nascidos em 2014 para 11,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 8,5 por mil nascidos (2014) → 11,5 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈47
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Tuneiras do Oeste, a nota 47 esconde um perfil desigual: vulnerabilidade social e mercado de trabalho acima da média, crescimento abaixo. O melhor indicador é bolsa Família (138,71 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,9% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 166 em 2015 para 291 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 8.873 para 8.067 habitantes entre 2014 e 2025 (-9,1%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.