Duas leituras de 0 a 100 que comparam Porciúnculaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️53
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Porciúncula, a nota 53 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (5,6 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (29,8 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
A mortalidade infantil subiu de 14 por mil nascidos em 2015 para 29,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 14 por mil nascidos (2015) → 29,8 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos finais subiu de 3,6 em 2007 para 4,3 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,5 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈43
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Porciúncula, a nota 43 esconde um perfil desigual, com crescimento e mercado de trabalho abaixo da média nacional. O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,2% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 302 em 2015 para 591 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 18.293 para 17.832 habitantes entre 2014 e 2025 (-2,5%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.