Vale a pena viver ou investir em Caiçara do Norte?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Caiçara do Norteà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️41
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Caiçara do Norte, a nota 41 esconde um perfil desigual, com segurança e habitação abaixo da média nacional. O melhor indicador é homicídios (15,4 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é violência letal (15,4 por 100 mil hab. ante 4,4 por 100 mil hab. na média).
O IDEB dos anos finais subiu de 2,8 em 2005 para 3,5 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (3,3 → 4,8), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈37
Investir
Limitado
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
A nota 37 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e mercado de trabalho. O melhor indicador é admissões/desligamentos (1,49 adm./deslig. ante 1,07 adm./deslig. na média nacional). O que mais derruba a nota é bolsa Família (511,34 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 7.973 em 2015 para R$ 19.007 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 7.973 (2015) → R$ 19.007 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 46 em 2015 para 96 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 6.568 para 6.479 habitantes entre 2014 e 2025 (-1,4%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.