Painel das Cidades
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Para quem é Espírito Santo?

Vale a pena viver ou investir em Espírito Santo?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Espírito Santoà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

41

Viver

Regular

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Para quem pensa em viver em Espírito Santo, a nota 41 esconde um perfil desigual: saúde acima da média, segurança e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é prof. de saúde (109,76 profissionais/mil hab. ante 4,48 profissionais/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Destaque nacional

Espírito Santo está entre os 100 melhores municípios do Brasil em médicos por habitante (posição 3 de 5.570).

  • Ranking nacional: posição 3 de 5.570
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 2,4 em 2005 para 3,8 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,3 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 2,4 (2005) → 3,8 (2023)
  • Média nacional no período: 3,3 → 4,8
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Tendência

A mortalidade infantil caiu de 27,3 por mil nascidos em 2015 para 20,4 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).

  • Mortalidade infantil: 27,3 por mil nascidos (2015) → 20,4 por mil nascidos (2023)
  • Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
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Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

31

Investir

Limitado

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

A nota 31 para investir reflete fragilidades em vulnerabilidade social e produção econômica. O que mais derruba a nota é bolsa Família (402,43 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 5.823 em 2015 para R$ 11.929 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.

  • PIB per capita: R$ 5.823 (2015) → R$ 11.929 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 39 em 2015 para 211 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.

  • Empresas ativas: 39 (2015) → 211 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas
Rankings

Espírito Santo nos rankings

Indicadores em que o município se destaca no cenário comparativo

Compare com cidades parecidas

Municípios semelhantes a Espírito Santo

Calculamos a semelhança entre municípios por similaridade de cosseno sobre cada dimensão. Abaixo, as cidades mais próximas de Espírito Santo em três critérios — porte, renda e IDH — e por que são parecidas.

Renda parecida

Trabalhadores formais ganham, em média, o mesmo que em Espírito Santo.

Comparar Espírito Santo com Camocim de São Félix lado a lado
Análise por IA

Análise Socioeconômica

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 29/05/2026

O município de Espírito Santo (RN) apresenta o perfil de uma típica localidade de pequeno porte do interior nordestino, caracterizada por uma estabilização demográfica em torno de 10,9 mil habitantes e um crescimento nominal do PIB per capita, que atingiu R$ 11.928,61 em 2023. Contudo, a economia local revela uma profunda dependência de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, e uma dinâmica de emprego altamente sazonal. No campo social, embora haja avanços na cobertura educacional e na atenção básica à saúde, persistem gargalos estruturais graves, como a ausência completa de leitos hospitalares e um déficit histórico em saneamento básico, que atende a apenas 21,3% dos domicílios.

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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