Duas leituras de 0 a 100 que comparam Extremozà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️59
Viver
Bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 59 para viver, Extremoz se destaca em habitação e segurança, mas saúde e educação pesam contra. O melhor indicador é MCMV (33,07 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (29,2 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
A mortalidade infantil caiu de 22,9 por mil nascidos em 2015 para 9,9 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 22,9 por mil nascidos (2015) → 9,9 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈43
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Extremoz, a nota 43 esconde um perfil desigual: crescimento acima da média, vulnerabilidade social e produção econômica abaixo. O melhor indicador é crescimento populacional (+8,8% ao ano ante +0,7% ao ano na média nacional). O que mais derruba a nota é bolsa Família (381,79 benef./mil hab. ante 230,54 benef./mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 11.149 em 2015 para R$ 16.006 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (R$ 19.635 → R$ 40.342), em ritmo mais intenso que o local.
PIB per capita: R$ 11.149 (2015) → R$ 16.006 (2023)