Vale a pena viver ou investir em São Francisco do Guaporé?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam São Francisco do Guaporéà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️44
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em São Francisco do Guaporé, a nota 44 esconde um perfil desigual: saúde acima da média, habitação e infraestrutura abaixo. O melhor indicador é mort. infantil (7,6 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,34 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
A mortalidade infantil caiu de 16,2 por mil nascidos em 2014 para 7,6 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 16,2 por mil nascidos (2014) → 7,6 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈44
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em São Francisco do Guaporé, a nota 44 esconde um perfil desigual, com crescimento e mercado de trabalho abaixo da média nacional. O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,5% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 280 em 2015 para 598 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 18.640 para 17.557 habitantes entre 2014 e 2025 (-5,8%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.