Vale a pena viver ou investir em Capão Bonito do Sul?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Capão Bonito do Sulà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️27
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 27 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança. O melhor indicador é prof. de saúde (7,35 profissionais/mil hab. ante 4,48 profissionais/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈57
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 57 para investir, Capão Bonito do Sul se destaca em produção econômica e renda, mas mercado de trabalho e crescimento pesam contra. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 128.719 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-9,61 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 65.849 em 2015 para R$ 128.719 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.
PIB per capita: R$ 65.849 (2015) → R$ 128.719 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 40 em 2015 para 92 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 7 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 1.776 para 1.769 habitantes entre 2014 e 2025 (-0,4%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
16,8% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 16,8% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)