Duas leituras de 0 a 100 que comparam Guabijuà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️57
Viver
Bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 57 para viver, Guabiju se destaca em segurança e infraestrutura, mas saúde e habitação pesam contra. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (111,1 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
Homicídios47 p.p. acima
0 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Saneamento40 p.p. acima
98,6%média 55%
▲72,1% (2017) → 98,6% (2025)
Leitos39 p.p. acima
277,6 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈68
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 68 para investir, Guabiju se destaca em produção econômica e vulnerabilidade social, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é PIB per capita (R$ 75.994 ante R$ 40.342 na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-1% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O número de empresas ativas subiu de 96 em 2015 para 123 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 1.618 para 1.441 habitantes entre 2014 e 2025 (-10,9%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
26,5% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 26,5% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)