Duas leituras de 0 a 100 que comparam Anhembià média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️37
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 37 para viver reflete fragilidades em saúde e segurança, ainda que infraestrutura puxe o resultado para cima. O melhor indicador é prof. de saúde (8,32 profissionais/mil hab. ante 4,48 profissionais/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
A mortalidade infantil subiu de 14,1 por mil nascidos em 2015 para 43,5 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 14,1 por mil nascidos (2015) → 43,5 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈54
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Anhembi, a nota 54 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho e produção econômica acima da média, crescimento e vulnerabilidade social abaixo. O melhor indicador é empresas (199,79 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,7% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
O PIB per capita subiu de R$ 15.741 em 2015 para R$ 55.542 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.
PIB per capita: R$ 15.741 (2015) → R$ 55.542 (2023)
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 6.215 para 5.766 habitantes entre 2014 e 2025 (-7,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.