Duas leituras de 0 a 100 que comparam Guapiaraà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️43
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Guapiara, a nota 43 esconde um perfil desigual, com habitação e segurança abaixo da média nacional. O melhor indicador é homicídios (17,4 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é MCMV (0,06 unidades/mil hab. ante 2,93 unidades/mil hab. na média).
A mortalidade infantil caiu de 20,5 por mil nascidos em 2014 para 10,3 por mil nascidos em 2022. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 20,5 por mil nascidos (2014) → 10,3 por mil nascidos (2022)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,6 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈46
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Guapiara, a nota 46 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho acima da média, crescimento abaixo. O melhor indicador é empresas (244,24 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-2,55 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
Guapiara está entre os 100 melhores municípios do Brasil em densidade empresarial (posição 78 de 5.570). O número de empresas ativas subiu de 1.547 em 2015 para 4.207 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 18.002 para 17.225 habitantes entre 2014 e 2025 (-4,3%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.