Duas leituras de 0 a 100 que comparam Itaporangaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️53
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Itaporanga, a nota 53 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é leitos (280,8 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mort. infantil (31,3 por mil nascidos ante 12,7 por mil nascidos na média).
Pontos fortes
Leitos40 p.p. acima
280,8 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil subiu de 5,2 por mil nascidos em 2014 para 31,3 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 5,2 por mil nascidos (2014) → 31,3 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 13,2 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
O IDEB dos anos iniciais subiu de 5,0 em 2007 para 5,9 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈44
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Itaporanga, a nota 44 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho acima da média, crescimento e produção econômica abaixo. O melhor indicador é empresas (144,89 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-2,25 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 15.090 para 14.245 habitantes entre 2014 e 2025 (-5,6%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
14,3% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 14,3% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)