Vale a pena viver ou investir em Monte Azul Paulista?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Monte Azul Paulistaà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️63
Viver
Bom
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Com nota 63 para viver, Monte Azul Paulista se destaca em saúde e infraestrutura, mas segurança e habitação pesam contra. O melhor indicador é leitos (381,7 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mortes no trânsito (38,2 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos47 p.p. acima
381,7 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil subiu de 4,3 por mil nascidos em 2015 para 10,8 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 4,3 por mil nascidos (2015) → 10,8 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈53
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Monte Azul Paulista, a nota 53 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho e vulnerabilidade social acima da média, crescimento abaixo. O melhor indicador é empresas (128,48 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-41,34 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 19.339 para 18.337 habitantes entre 2014 e 2025 (-5,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.