Vale a pena viver ou investir em Redenção da Serra?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Redenção da Serraà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️41
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Redenção da Serra, a nota 41 esconde um perfil desigual: segurança acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Homicídios47 p.p. acima
0 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈50
Investir
Regular
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Para quem pensa em investir em Redenção da Serra, a nota 50 esconde um perfil desigual: mercado de trabalho e crescimento acima da média, produção econômica abaixo. O melhor indicador é empresas (172,09 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é saldo de empregos (-0,43 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média).
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 3.941 para 4.637 habitantes entre 2014 e 2025 (+17,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Crescer acima do ritmo do país sugere que Redenção da Serra vem atraindo novos moradores.
16,8% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 16,8% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)