Vale a pena viver ou investir em Ribeirão dos Índios?
Duas leituras de 0 a 100 que comparam Ribeirão dos Índiosà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️49
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Ribeirão dos Índios, a nota 49 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Homicídios47 p.p. acima
0 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Saneamento32 p.p. acima
90,1%média 55%
▲84,5% (2017) → 90,1% (2025)
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
Nota composta por 8 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈56
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 56 para investir, Ribeirão dos Índios se destaca em mercado de trabalho, mas crescimento e produção econômica pesam contra. O melhor indicador é saldo de empregos (2,94 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,9% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
Ribeirão dos Índios está entre os 100 melhores municípios do Brasil em densidade empresarial (posição 48 de 5.570). O número de empresas ativas subiu de 42 em 2015 para 567 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 2.247 para 2.040 habitantes entre 2014 e 2025 (-9,2%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.
18,9% dos moradores têm 65 anos ou mais, segundo o Censo 2022 — bem acima do padrão dos municípios brasileiros (10,9%). Uma estrutura etária assim concentra a demanda em saúde e serviços de cuidado.
População 65+: 18,9% · média nacional: 10,9% (Censo 2022)