Duas leituras de 0 a 100 que comparam Vera Cruzà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️44
Viver
Regular
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
Para quem pensa em viver em Vera Cruz, a nota 44 esconde um perfil desigual: segurança e infraestrutura acima da média, saúde e habitação abaixo. O melhor indicador é homicídios (0 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é leitos (0 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Homicídios47 p.p. acima
0 por 100 mil hab.média 30,2 por 100 mil hab.
Saneamento38 p.p. acima
96,5%média 55%
▲88,3% (2017) → 96,5% (2025)
Pontos de atenção
Leitos44 p.p. abaixo
0 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
A mortalidade infantil subiu de 8,5 por mil nascidos em 2015 para 34,1 por mil nascidos em 2023. No mesmo período, a média nacional ficou praticamente estável (12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos).
Mortalidade infantil: 8,5 por mil nascidos (2015) → 34,1 por mil nascidos (2023)
Média nacional no período: 12,7 por mil nascidos → 12,7 por mil nascidos
Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈61
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 61 para investir, Vera Cruz se destaca em mercado de trabalho e vulnerabilidade social, mas crescimento e produção econômica pesam contra. O melhor indicador é saldo de empregos (8,08 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,6% ao ano ante +0,7% ao ano na média).
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Dinâmica populacional
A população passou de 11.014 para 10.274 habitantes entre 2014 e 2025 (-6,7%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.