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Segurança em Juarina

Homicídios · Violência letal · Mortes no trânsito

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 29/05/2026

No âmbito da segurança pública, Juarina se destaca como um ambiente de extrema tranquilidade e baixa ocorrência de crimes violentos. A série histórica de homicídios registra predominantemente zero ocorrências na maioria dos anos, com picos esporádicos de apenas uma ou duas mortes violentas (como em 2009, 2012 e 2019). Embora em uma população de pouco mais de dois mil habitantes um único evento possa distorcer estatisticamente as taxas por cem mil habitantes, a realidade prática aponta para um cotidiano pacífico, típico de pequenas comunidades rurais. Essa segurança é um ativo intangível valioso para a qualidade de vida dos moradores e pode ser explorada como um diferencial para atração de investimentos de baixo impacto ambiental ou novos moradores que buscam refúgio da violência urbana.

Taxa de homicídios
Fonte
IPEA — Atlas da Violência

A taxa de homicídios mede o número de homicídios por 100 mil habitantes ao ano. A OMS classifica taxas acima de 10 como epidemia de violência e acima de 30 como muito alta. É o principal indicador de segurança pública e qualidade de vida urbana, calculado a partir dos dados do Atlas da Violência / IPEA.

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 0 homicídios por 100.000 hab., Juarina está 100% abaixo da média nacional. Esse nível de segurança pública favorece a qualidade de vida e pode atrair investimentos e novos moradores.

Fonte: IPEA / Atlas da Violência

Violência letal e trânsito
Fonte
SINESP / Ministério da Justiça

Vítimas registradas pelas polícias estaduais e consolidadas pelo SINESP (Ministério da Justiça e Segurança Pública). Os números complementam a taxa de homicídios do IPEA com dados mais recentes e recortes específicos de violência letal.

Mortes no trânsito (por 100.000 hab.)

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 46 mortes no trânsito por 100.000 hab., Juarina supera a média nacional (20,6). Rodovias movimentadas, frota envelhecida e fiscalização limitada costumam explicar taxas elevadas.

Fonte: SINESP / Ministério da Justiça