Painel das Cidades
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Saúde em Palmas

Mortalidade · Leitos · Profissionais · Saneamento

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 27/05/2026

O sistema de saúde de Palmas exibe uma infraestrutura robusta e em expansão, caracterizada por uma das maiores densidades de profissionais médicos e de enfermagem do país para cidades do seu porte. O indicador de médicos por mil habitantes subiu consistentemente de 2,21 em 2010 para 4,96 em 2025, acompanhado pelo crescimento no número de enfermeiros (de 1,09 para 4,82 no mesmo período). A oferta de leitos hospitalares também se expandiu tanto no setor público (SUS) quanto no privado (Não-SUS), refletindo o papel da cidade como hub de saúde regional. O município mantém um investimento financeiro constante na área, aplicando regularmente entre 17% e 21% de suas receitas próprias em saúde. Apesar desse aparato técnico e financeiro, a taxa de mortalidade infantil apresenta oscilações persistentes, situando-se na casa de 11,56 óbitos por mil nascidos vivos em 2023, o que sinaliza que, embora a infraestrutura de alta complexidade seja forte, ainda existem gargalos na atenção primária e no acompanhamento pré-natal nas periferias geográficas e sociais da capital.

Mortalidade infantil
Fonte
IBGE — Registro Civil

A taxa de mortalidade infantil mede os óbitos de crianças com menos de 1 ano de vida por 1.000 nascidos vivos. A OMS considera taxas abaixo de 10 como baixas e acima de 30 como altas. É um dos indicadores mais sensíveis das condições de saúde, saneamento básico, nutrição e acesso a cuidados médicos.

Entre 2006 e 2023, Palmas registrou queda de 11% — de 12,92 para 11,56.

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Tendência

A mortalidade infantil em Palmas está alinhada à média nacional. O gráfico mostra a evolução desse indicador ao longo dos anos, que tende a cair com melhorias no saneamento e na atenção básica.

Fonte: IBGE

Leitos hospitalares (por 100.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde por 100 mil habitantes. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100 mil para um sistema de saúde adequado. Inclui leitos cirúrgicos, clínicos, obstétricos, pediátricos e de UTI da rede pública.

Leitos SUS — Cobertura moderada

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Leitos não-SUS (rede privada)

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Tendência

A disponibilidade de leitos hospitalares é um indicador crítico da capacidade do sistema de saúde local. Palmas conta com 227 leitos SUS por 100.000 habitantes e 192 leitos privados. A OMS recomenda ao menos 300 leitos por 100.000 hab. para um sistema de saúde adequado.

Fonte: IEPS / DATASUS

Profissionais de saúde (por 1.000 hab.)
Fonte
DATASUS / IEPS

Número de médicos por 1.000 habitantes. O Conselho Federal de Medicina recomenda ao menos 2 médicos por 1.000 habitantes para atendimento adequado. A má distribuição de médicos é um dos principais desafios da saúde pública brasileira.

Médicos

Entre 2010 e 2025, Palmas registrou crescimento de 124% — de 2,21 para 4,96.

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 4,96 médicos por 1.000 habitantes, Palmas atende à recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) de ao menos 2 médicos/1.000 hab. Esse nível de cobertura favorece o acesso da população ao atendimento médico.

Enfermeiros

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Fonte: DATASUS / IEPS

Saneamento básico
Fonte
IEPS

Percentual de domicílios com acesso adequado a abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário. Diretamente relacionado à saúde pública - municípios com baixa cobertura apresentam maiores taxas de doenças de veiculação hídrica e mortalidade infantil.

Entre 2010 e 2025, Palmas registrou crescimento de 32% — de 68,76% para 90,63%.

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Tendência

90,63% dos domicílios de Palmas têm acesso adequado ao saneamento básico — cobertura quase universal que contribui diretamente para a redução de doenças de veiculação hídrica e melhoria da mortalidade infantil.

Fonte: IEPS