Duas leituras de 0 a 100 que comparam Piumà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.
🏘️35
Viver
Limitado
Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.
A nota 35 para viver reflete fragilidades em segurança e habitação, ainda que saúde puxe o resultado para cima. O melhor indicador é leitos (283,5 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é mortes no trânsito (54 por 100 mil hab. ante 20,6 por 100 mil hab. na média).
Pontos fortes
Leitos40 p.p. acima
283,5 leitos/100 mil hab.média 156,8 leitos/100 mil hab.
O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,9 em 2007 para 4,3 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (4,0 → 5,8), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 9 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025
📈56
Investir
Bom
Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.
Com nota 56 para investir, Pium se destaca em mercado de trabalho e produção econômica, mas crescimento pesa contra. O melhor indicador é saldo de empregos (2,43 vagas/mil hab. ante 1,18 vagas/mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é empresas (31,59 empresas/mil hab. ante 52,31 empresas/mil hab. na média).
O PIB per capita subiu de R$ 15.734 em 2015 para R$ 64.341 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342), mas em ritmo bem mais forte.
PIB per capita: R$ 15.734 (2015) → R$ 64.341 (2023)
O número de empresas ativas subiu de 73 em 2015 para 234 em 2023. A média nacional se moveu na mesma direção (962 → 2.004), em ritmo mais intenso que o local.
Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026
Pano de fundo
O contexto que liga as duas notas
Perfil demográfico
25,4% da população tem até 14 anos, segundo o Censo 2022 — acima da média dos municípios brasileiros (19,8%). Um perfil jovem desloca a demanda para educação básica e primeiro emprego.
População 0–14: 25,4% · média nacional: 19,8% (Censo 2022)