Painel das Cidades
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Para quem é Maceió?

Vale a pena viver ou investir em Maceió?

Duas leituras de 0 a 100 que comparam Maceióà média dos municípios brasileiros — mas, em vez de só mostrar números, abaixo interpretamos o que eles significam: onde a cidade se destaca, onde fica para trás e o que as séries históricas vêm revelando. Nota 50 equivale a “exatamente na média nacional”.

62

Viver

Bom

Qualidade de vida: saúde, segurança, educação, saneamento e habitação.

Com nota 62 para viver, Maceió se destaca em saúde e segurança. O melhor indicador é leitos (336,1 leitos/100 mil hab. ante 156,8 leitos/100 mil hab. na média nacional). O que mais derruba a nota é homicídios (43,3 por 100 mil hab. ante 30,2 por 100 mil hab. na média).

Pontos fortes

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Tendência

O IDEB dos anos iniciais subiu de 3,5 em 2007 para 5,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (4,0 → 5,8).

  • IDEB — anos iniciais: 3,5 (2007) → 5,3 (2023)
  • Média nacional no período: 4,0 → 5,8
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Tendência

O IDEB dos anos finais subiu de 2,6 em 2007 para 4,3 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (3,5 → 4,8).

  • IDEB — anos finais: 2,6 (2007) → 4,3 (2023)
  • Média nacional no período: 3,5 → 4,8
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Nota composta por 10 de 10 indicadores · dados atualizados até 2025

45

Investir

Regular

Força econômica: produção, renda, mercado de trabalho e vulnerabilidade social.

Para quem pensa em investir em Maceió, a nota 45 esconde um perfil desigual, com crescimento e vulnerabilidade social abaixo da média nacional. O que mais derruba a nota é crescimento populacional (-0,1% ao ano ante +0,7% ao ano na média).

Pontos de atenção

O que as séries históricas mostram

Ponto de atenção

Maceió aparece entre os 1% piores do Brasil em desigualdade de renda (Gini) (posição 10 de 5.507).

  • Ranking nacional: posição 10 de 5.507
  • Valor mais recente: 0,520 (2003) · média nacional: 0,393
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Tendência

O PIB per capita subiu de R$ 20.409 em 2015 para R$ 35.232 em 2023. O município acompanha o movimento nacional (R$ 19.635 → R$ 40.342).

  • PIB per capita: R$ 20.409 (2015) → R$ 35.232 (2023)
  • Média nacional no período: R$ 19.635 → R$ 40.342
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Tendência

O número de empresas ativas subiu de 17.681 em 2015 para 40.517 em 2023. O movimento acompanha a tendência nacional (962 → 2.004), mas em ritmo bem mais forte.

  • Empresas ativas: 17.681 (2015) → 40.517 (2023)
  • Média nacional no período: 962 → 2.004
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Nota composta por 8 de 8 indicadores · dados atualizados até 2026

Pano de fundo

O contexto que liga as duas notas

Dinâmica populacional

A população passou de 1.005.319 para 994.952 habitantes entre 2014 e 2025 (-1%), ante +5,3% da média dos municípios brasileiros. Perda contínua de moradores costuma indicar migração por falta de oportunidades e pressiona a arrecadação local.

  • População: 1.005.319 (2014) → 994.952 (2025)
  • Variação média nacional no período: +5,3%
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Crimes contra o patrimônio (roubos e furtos) do SINESP existem apenas em nível estadual, por isso não entram nesta análise municipal.

IDH e Índice de Gini dependem do ciclo censitário e podem ter defasagem de vários anos em relação aos demais indicadores.

Indicadores, pesos e fórmulas

Compare com cidades parecidas

Municípios semelhantes a Maceió

Calculamos a semelhança entre municípios por similaridade de cosseno sobre cada dimensão. Abaixo, as cidades mais próximas de Maceió em três critérios — porte, renda e IDH — e por que são parecidas.

Porte semelhante

População de tamanho próximo ao de Maceió.

Comparar Maceió com Cambé lado a lado
Análise por IA

Análise Socioeconômica

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 26/05/2026

Maceió apresenta uma trajetória de transição estrutural marcante, caracterizada pela superação gradual de gargalos históricos de violência e infraestrutura básica, ao mesmo tempo em que lida com uma profunda dualidade socioeconômica. O expressivo crescimento do PIB per capita e a forte expansão do tecido empresarial contrastam com uma persistente dependência de programas de transferência de renda (Bolsa Família), evidenciando que a geração de riqueza ainda não se traduz de forma homogênea em bem-estar social. No entanto, avanços robustos em saneamento básico, habitação popular e a consolidação de indicadores de saúde apontam para um cenário de desenvolvimento emergente, onde o principal desafio reside em converter o dinamismo econômico em inclusão produtiva e redução das assimetrias sociais.

Fontes: IBGE · PNUD · DATASUS · Ministério do Trabalho · Ministério das Cidades

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