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Segurança em Belo Horizonte

Taxa de homicídios por 100.000 habitantes

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 27/05/2026

A segurança pública em Belo Horizonte protagonizou uma das transformações mais notáveis do cenário urbano brasileiro. A cidade enfrentou uma grave crise de violência entre o final da década de 1980 e o início dos anos 2000, período em que os homicídios escalaram de 239 em 1989 para um pico alarmante de 1.219 em 2004. A partir desse ápice crítico, a implementação de políticas de segurança integradas promoveu uma inflexão consistente e contínua na curva de violência. Nas duas décadas seguintes, os registros de homicídios despencaram de forma sistemática, estabilizando-se na faixa de 300 a 340 casos anuais nos anos de 2020 a 2023. Essa redução de mais de 70% no indicador de violência extrema não apenas resgata a sensação de segurança e a qualidade de vida dos cidadãos, mas também reposiciona a capital mineira como um ambiente muito mais seguro e atraente para investimentos privados, turismo e desenvolvimento de novos negócios, embora exija atenção para evitar retrocessos diante de oscilações marginais recentes.

Taxa de homicídios
Fonte
IPEA — Atlas da Violência

A taxa de homicídios mede o número de homicídios por 100 mil habitantes ao ano. A OMS classifica taxas acima de 10 como epidemia de violência e acima de 30 como muito alta. É o principal indicador de segurança pública e qualidade de vida urbana, calculado a partir dos dados do Atlas da Violência / IPEA.

Entre 2014 e 2023, Belo Horizonte registrou queda de 57% — de 31,07 para 13,44.

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 13,44 homicídios por 100.000 hab., Belo Horizonte está 55% abaixo da média nacional. Esse nível de segurança pública favorece a qualidade de vida e pode atrair investimentos e novos moradores.

Fonte: IPEA / Atlas da Violência