Painel das Cidades
São Paulo·Arco-Íris·Segurança

Indicadores Municipais

Segurança em Arco-Íris

Homicídios · Violência letal · Mortes no trânsito

Gerado por IA·Revisado por Painel das Cidades· 28/05/2026

A segurança pública é, sem dúvida, o maior ativo de Arco-Íris e um fator determinante para a qualidade de vida de seus moradores. Com um histórico de homicídios praticamente zerado ao longo de mais de três décadas — registrando apenas eventos isolados no início dos anos 2000 —, a cidade se consolida como um ambiente de extrema paz social. Essa ausência crônica de violência letal reflete a forte coesão comunitária e o controle social natural de uma localidade de pequeno porte. Para investidores e novos moradores, especialmente aposentados, esse cenário de tranquilidade absoluta funciona como um forte atrativo, compensando a falta de opções de lazer urbano e serviços especializados.

Taxa de homicídios
Fonte
IPEA — Atlas da Violência

A taxa de homicídios mede o número de homicídios por 100 mil habitantes ao ano. A OMS classifica taxas acima de 10 como epidemia de violência e acima de 30 como muito alta. É o principal indicador de segurança pública e qualidade de vida urbana, calculado a partir dos dados do Atlas da Violência / IPEA.

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 0 homicídios por 100.000 hab., Arco-Íris está 100% abaixo da média nacional. Esse nível de segurança pública favorece a qualidade de vida e pode atrair investimentos e novos moradores.

Fonte: IPEA / Atlas da Violência

Violência letal e trânsito
Fonte
SINESP / Ministério da Justiça

Vítimas registradas pelas polícias estaduais e consolidadas pelo SINESP (Ministério da Justiça e Segurança Pública). Os números complementam a taxa de homicídios do IPEA com dados mais recentes e recortes específicos de violência letal.

Mortes no trânsito (por 100.000 hab.)

MunicípioMédia BR

Tendência

Com 47,9 mortes no trânsito por 100.000 hab., Arco-Íris supera a média nacional (20,6). Rodovias movimentadas, frota envelhecida e fiscalização limitada costumam explicar taxas elevadas.

Fonte: SINESP / Ministério da Justiça